Terror Noturno x Pesadelo: qual a diferença?

Texto escrito para a coluna que realizo no blog Amor e Maternidade. Não deixem de conferir os conteúdos incríveis do blog da Mayara Figueredo.


Toda mãe com quem já cruzei meu caminho, em algum momento, me confessou um grande medo: o de ver o filho sofrer. E a angústia cresce ainda mais quando há o risco de sofrer por algo que elas não podem controlar.


Um exemplo disso? Terrores noturnos e pesadelos, e todo o desespero que causa ver o seu pequeno demonstrando desconforto e medo durante o sono.


Nessa coluna, quero esclarecer para vocês que existem alguns casos em que o pesadelo pode ser um pouco mais intenso, e aí chamamos de terror noturno.


Vamos lá esclarecer!




Normalmente, os terrores noturnos são mais intensos, com maior movimentação corporal, a ponto de ser comum ferimentos durante um episódio. A criança costuma acordar confusa e desorientada, e sem episódio de amnésia.


Já os pesadelos são mais leves, os movimentos são menos intensos e é raro que eles se lembrem daquilo que causou o pesadelo, acordando lúcidos.


Perceber essas pequenas diferenças é algo muito importante, pois os terrores noturnos são uma parassonia do sono não REM, que podem ocorrer até mesmo em crianças pré-adolescentes, e exigem um tratamento.


Por isso que, quando me deparo com as mães angustiadas em relação aos pesadelos dos filhos, procuro trabalhar a ideia de que é preciso compreender que nem tudo nessa vida irá gerar um trauma no bebê. E, além do mais, que o melhor que elas podem fazer pelos filhos é segurar um pouco a angústia e observarem! Isso pode ser a chave principal para ajudar o pequeno de vocês!




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